Advogado Cível em Uberlândia

Martins Oliveira Advocacia · Uberlândia/MG

Indenizações, contratos e conflitos do dia a dia

O direito civil é a área que resolve a maior parte dos problemas que atingem as pessoas fora do trabalho e da família: um contrato descumprido, um acidente de trânsito, uma cobrança indevida, um serviço que nunca foi entregue, um dano à honra. Atuamos em Uberlândia e região tanto para quem precisa cobrar quanto para quem precisa se defender.

Falar com um advogado

O que a advocacia cível resolve na prática

Quando alguém procura um advogado cível, quase sempre existe um prejuízo concreto e uma outra parte que não reconhece a obrigação. O trabalho consiste em transformar esse conflito em um pedido juridicamente sustentável: identificar o direito envolvido, reunir a prova, calcular o valor e escolher a via — negociação, notificação extrajudicial, conciliação ou ação judicial.

Nem todo aborrecimento gera indenização, e essa é uma das primeiras coisas que o escritório esclarece. Os tribunais distinguem o dissabor cotidiano da lesão que efetivamente atinge a dignidade, o patrimônio ou a integridade da pessoa. Saber dessa distinção antes de entrar com uma ação evita gasto de tempo, custas e frustração.

Como podemos atuar no seu caso

  • Responsabilidade civil e indenizaçõesDanos materiais, morais e estéticos decorrentes de acidentes, erros de prestação de serviço, ofensas e situações que ultrapassam o mero aborrecimento.
  • Acidentes de trânsitoApuração de culpa, orçamento e depreciação do veículo, despesas médicas, lucros cessantes e discussão com seguradoras.
  • ContratosElaboração, revisão, rescisão, distrato e cobrança de contratos de prestação de serviços, compra e venda, empréstimo entre particulares e parcerias.
  • Cobrança e execuçãoAção monitória, execução de título extrajudicial, cheques, notas promissórias, contratos assinados e confissões de dívida.
  • Defesa em ações de cobrançaImpugnação de valores, prescrição, excesso de execução e defesa de quem está sendo cobrado indevidamente.
  • Direito de vizinhança e condomínioBarulho, infiltração, uso de área comum, cobrança de cotas condominiais e questionamento de assembleias e multas.
  • Direito digital e reputaçãoOfensas em redes sociais, uso indevido de imagem, contas bloqueadas ou desabilitadas e remoção de conteúdo ilícito.
  • SegurosNegativa de cobertura, atraso na regulação do sinistro e discussão de cláusulas de exclusão em seguros de vida, residencial e automotivo.

A prova é o que decide o caso

Em direito civil, a diferença entre uma ação bem-sucedida e uma ação frustrada raramente está na tese: está na prova. Por isso o escritório começa pelo levantamento e pela organização do material antes de redigir qualquer peça — contratos, mensagens de WhatsApp, e-mails, comprovantes de pagamento, boletim de ocorrência, laudos, orçamentos, fotografias e testemunhas.

Esse material é lido integralmente e organizado em um caderno de provas, de forma que cada afirmação da petição esteja ancorada em um documento identificável. Quando falta alguma peça essencial, isso é informado antes do ajuizamento, com a indicação de como obtê-la — inclusive por medidas próprias, como a exibição de documentos ou a produção antecipada de prova.

Prazos: o ponto que mais causa perda de direito

O Código Civil fixa prazos diferentes para cada pretensão. A reparação civil, por exemplo, prescreve em três anos, contados do conhecimento do dano; a cobrança de dívidas líquidas constantes de instrumento particular tem prazo de cinco anos; e o prazo geral, quando não há previsão específica, é de dez anos. Em relações de consumo, o Código de Defesa do Consumidor traz regras próprias de decadência e prescrição.

Na prática, isso significa que adiar a consulta pode custar o direito inteiro, mesmo com razão. Se você tem dúvida sobre o prazo do seu caso, essa é a primeira coisa a verificar.

Como funciona o atendimento

  1. Primeiro contato
    Você relata o ocorrido e envia os documentos que possui. Quanto mais completo o material, mais precisa é a avaliação.
  2. Análise do material
    Todo o conteúdo é lido e confrontado com a legislação e com o entendimento atual dos tribunais, inclusive quanto ao prazo prescricional.
  3. Diagnóstico e cenários
    Explicamos o que é possível pedir, o que dificilmente será acolhido, a estimativa de valor envolvido e o tempo médio de tramitação.
  4. Escolha do caminho
    Negociação direta, notificação extrajudicial, acordo ou ação judicial — a decisão é sua, tomada com as informações na mão.
  5. Condução do processo
    Acompanhamento das audiências, dos recursos e das fases de cumprimento de sentença, com atualização a cada movimentação relevante.

Perguntas frequentes

Todo transtorno dá direito a dano moral?

Não. Os tribunais separam o aborrecimento comum da vida em sociedade da lesão que atinge de forma relevante a dignidade, a honra, o nome ou a integridade da pessoa. Situações como negativação indevida, falha grave na prestação de um serviço essencial, exposição pública indevida e acidentes com lesão costumam ser reconhecidas; um atraso pontual ou uma discordância contratual, isoladamente, em regra não.

Quanto tempo tenho para entrar com a ação?

Depende da pretensão. A reparação civil tem prazo de três anos a contar do conhecimento do dano; a cobrança fundada em instrumento particular, cinco anos; e há prazo geral de dez anos quando a lei não fixa outro. Relações de consumo seguem regras próprias. É por isso que a verificação do prazo é feita logo na primeira análise.

Preciso de boletim de ocorrência para pedir indenização por acidente de trânsito?

O boletim ajuda muito, mas não é o único meio de prova. Fotografias do local, orçamentos, laudos, imagens de câmeras, mensagens trocadas entre os envolvidos e testemunhas também sustentam o pedido. Se o boletim não foi feito na hora, ainda é possível registrar posteriormente.

Posso cobrar uma dívida sem contrato assinado?

Sim, desde que haja outros elementos que demonstrem a existência da obrigação, como comprovantes de transferência, mensagens em que a dívida é reconhecida, notas fiscais ou testemunhas. O caminho processual muda conforme a força da prova disponível.

O que acontece se eu perder a ação?

Em regra, a parte vencida arca com as custas processuais e com honorários de sucumbência fixados pelo juiz em favor do advogado da outra parte. Quem não tem condições de pagar sem prejuízo do próprio sustento pode requerer a gratuidade da justiça, prevista no Código de Processo Civil. Esses riscos são explicados antes de qualquer ajuizamento.

Vale mais a pena negociar ou entrar com o processo?

Depende do valor discutido, da solidez da prova, da postura da outra parte e do tempo que você pode esperar. Em muitos casos a negociação bem conduzida, com uma notificação extrajudicial fundamentada, resolve mais rápido e com menos custo. Em outros, sem a ação não há solução. Essa avaliação é feita caso a caso.

Atendimento em Uberlândia

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Atendimento de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, presencialmente ou por videoconferência.

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